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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

O divertido mundo mágico de Escher

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A monitora Carol dá um clique para você levar para casa uma versão personalizada do País da Maravilha de Alice.


Estive na exposição "O mundo mágico de Escher" e nossa como eu me divertir, ilusões de óptica, perspectivas múltiplas sempre me chamaram atenção, porém ver as obras de Escher é bem mais legal do que eu podia imaginar, pois não são truques tecnológicos e sim cálculos matemáticos formando um complexo quebra-cabeça.

Minha amiga Lívia,  a dica é se possível ir acompanhada (o) ou pedir ajuda dos monitores para fazer as fotos!


 A exposição conhecida mundialmente originalmente intitulada de "The Magical World Of Escher"
está no estado com cerca de 95 obras do artista, são desenhos originais, gravuras,  xilogravuras e litografias, além de obras interativas que proporcionam experiências de efeitos ópticos e de espelhamento.



A combinação de diferentes realidades numa mesma obra é o ponto marcante de Maurits Cornelis Escher, que é um artista holandês que viveu entre 1898 e 1972.



Através do realismo e da ilusão, Escher, expressa eternidade e infinitude, produzindo metáforas cativantes que você só vai perceber num piscar de olhos, num instante a mais de observação.

Obra Dia e Noite

Esta é uma das obras mais conhecidas de Escher,  o Autorretrato em esfera espelhada, uma litografia de 1935. Ao lado o meu selfieretrato no quarto ambientado na exposição que proporciona essa experiência.





Se eu ainda não consegui te instigar a ver a exposição saiba que ela é também uma das celebridades da inauguração do tão esperado  Centro Cultural Sesc Glória ainda inacabado! , portanto a exposição está ocupando o 4º, o 1º, e o térreo de um dos patrimônios arquitetônicos mais belos do centro histórico de Vitória.


Endereço: Av. Jerônimo Monteiro, 428 Centro, Vitória.
Informações e agendamentos de grupos: 3223-0720
Data: até 30/12
Horário: Terça a sexta das 09h às 20h. Sábado e Domingo das 10h às 19h.
Entrada: R$ 5 inteira e R$ 2 reais meia (carteirinha do Sesc, acima de 60 anos e estudantes).


*Este post não é uma publicidade.
*foto obra autorretrato - divulgação.
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Savya se pudesse levantava voo e fazia um ninho em cada cidade desse mundão. Por enquanto fica por aqui levando sorrisos para todos. Gosta dos detalhes do jornalismo, da multiplicidade da internet e da instabilidade do turismo. Vegetariana, curiosa e aventureira. Não acredita em mágica para vencer na vida, mas acredita que tudo pode ser resolvido de algum modo criativo e bem humorado.
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Guanaaní Hostel, o lar doce lar da Ilha

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Antes de te contar sobre o Guanaaní Hostel tenho que te apresentar os sócios que abriram as portas e o coração desse casarão histórico aos hóspedes do mundo todo.




Caio Perim de 26 anos e Mainá Loureiro Ferreira de 25 são as mentes criativas do Guanaaní, ambos eram viajantes e depois de um tempo pelo mundo se reencontraram em Vitória e num papo de boteco viraram sócios. Apesar da aparente descontração essa parceria está solidificada em uma amizade de mais de 10 anos.


O casarão europeu de 1929 é da família do Caio, após a reforma todos os móveis antigos foram mantidos nos ambientes, proporcionando aos hóspedes a experiência de estar em contato com toda a bagagem histórica do local.  



Aliás, história, arte e cultura são os pilares desse espaço. Do nome à edificação tudo respira conceito e contexto. Não poderia ser diferente, pois ambos os sócios tem formação em comunicação, a Mainá é de Publidade e Propaganda e o Caio de Rádio e TV.


O nome de batismo do hostel resgata as origens indígenas do Estado. Tempos em que os índios Goitacazes mantinham longe todos que se aproximavam de sua Guaananira - a ilha da doçura - considerada um paraíso de águas doces e abundantes. É essa parte da história da ilha de Vitória que o nome Guanaaní abriga em si, e que está expressa em toda a identidade visual do hostel.



Reunir a figura do índio o do escravo em um casarão tipicamente europeu é um dos contrastes que o Caio e a Mainá propõem como forma de aproximação dos hóspedes do popular, do que é típico do povo capixaba, que é o resultado dessa mistura, do diálogo cultural entre as tradições indígenas e as influências da imigração africana e europeia.


Para fazer amigos e falar outros idiomas


Nada como se hospedar em um hostel para fazer amizades e dá aquela praticada em outro idioma, no Guanaaní não é diferente, pois dois hospedes “permanentes” fazem a alegria da casa. O malásio Kumanavannan Rajendran e a colombiana Carolina Serna. 

Outro gringo integrante da galera do hostel é o americano Grant Ligel, o guia que realiza as excursões para quem quer conhecer melhor a ilha e o estado.



Kuma, Carol e Grant.



Arte daqui e de lá


No hostel os espaços são utilizados para divulgação e comercialização de arte capixaba e também estrangeira.

Os artistas capixabas que estão em exposição no hostel no momento são  Leo Merçon com as fotos do Projeto Últimos Refúgios , Flávio Garcia e as esculturas do Aramesse, pinturas do Felipe Borba, da Thais Apolinário e do Thiago Balbino.




Como parte da decoração estão os graffitis de Felipe Borba, Thais Apolinário, Thiago Balbino, Luhan Gaba, Cristiane Monteiro (Crica) e Miq Miquéias.

Crica Graffiti






Representando a arte estrangeira estão os artesanatos Kunza da chilena Paula Hoffman.





Lar doce lar


O hostel tem capacidade para até 25 pessoas, há quartos mistos para 4, 6 e 8 pessoas, 1 quarto feminino para até 4 moças, e mais 1 quarto de casal. Mais sala de estar, 1 lavado, 2 banheiros, sala de jantar, e varandas.


Café da manhã incluso na diária, wifi, lockers, cozinha coletiva, exibição de filmes, empréstimo e troca de livros e um super nintendo. A diária é a partir de R$ 35.





A recepção funciona de 7h as 23h, e as regras da casa são simples: pense que você está na casa de um amigo muito querido, se abrir feche, se sujar lave, fume nas áreas designadas, respeite o clima da casa. Drogas não são permitidas.





Há também a opção adicional de fazer passeios e excursões guiadas pelo Grant pelas praias e montanhas do ES. Você pode conferir as opções de tours no catálogo disponível no hostel ou online no Life In Vitória , fotos dos passeios já realizados você encontra aqui!







Álbum de fotos do hostel no facebook e na galeria do site




Um doce calor


O hostel tem até o seu próprio drink, um shot chamado “Sweet Heat” o Caio e a Mainá disseram que todo hóspede vai  poder provar desse doce calor ao se hospedar no Guanaaní.Também quero heim!


A receita do drink foi criada especialmente para recepcionar os participantes do Samba Crawl - um evento que rolou no hostel, mas o drink fez tanto sucesso que será o “Seja bem vindo” da casa!







O que vem por ai


Dentre as novidades estão mais 1 quarto que será individual e já está sendo reformado; uma lojinha com artigos do agroturismo e outros produtos típicos do estado;  e por fim, mas não menos importante than than... um bar.





Endereço: Rua Coronel Monjardim, 49, Centro, 29015-500, Vitória.
Telefone: 027 3233-4455




Créditos fotos:
Caio e Mainá por Savya Alana
Guanaaní Hostel - casarão vista aérea, chegada, drink, grafitti, recepção, identidade visual, Kuma e Grant.
Carolina Serna por Renan Rebello.



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* As imagens que foram retiradas dos respectivos sites e fanpages dos mencionados foram creditada e linkadas.
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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Uma Doca no nº 183 da ilha

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Doca 183, este é um dos meus refúgios, fica bem no centro de Vitória e super combina com o clima da capital, mas tem o seu próprio charme, uma pegada mais street. A minha relação com o Doca foi de amor a primeira visita, de cara eu gostei do ambiente, da equipe e do cardápio, fiz do lugar point para os meus encontros com as amigas e happy hours com os colegas de trabalho.

Drink Forrozim R$ 3

No cardápio têm opções de drinks, tapiocas (prove o tapioca rolls!), quesadillas, bruschetta, caponata, e mais os pratos específicos de cada estação. 

Foto: Doca 183 - Tapioca Roolls



Têm opções diversificadas de cervejas, até de chocolate, mas um dos meus drinks favoritos é a michelada- só com o tabaco, sem molho inglês e com heineken.

Toda semana tem uma agenda especial, costuma rolar rodada dupla de tapioca/quesadilha, shows e forró, rodada dupla de chopp, consulte o facebook/doca183 para checar a agenda.

Pudim com calda de goiabada.


Nas paredes do Doca tem sempre uma exposição, as vezes de fotografias, ilustrações, ou posters. Há ainda uma programação de atrações musicais o Doca Discos e o Som na Caixa.

Detalhes bacanas são que o lugar conta com acessibilidade para cadeirantes, e tem iluminação reduzida - o que descansa os olhos fadigados pelas luzes intensas do dia a dia e traz uma sensação de aconchego que relaxa. Gosto muito do estilo da música ambiente!

Então é isso, visitem e me contem o que acharam!


Serviço


Rua Gama Rosa, 183, Centro
29015-100 Vitória
Telefone 027 3029-0079
E-mail: 183doca@gmail.com

Como chegar:
Qualquer ônibus que passe pelo Centro de Vitória. Descer no ponto mais próximo à praça Costa Pereira onde fica o Teatro Carlos Gomes. Perguntar onde fica a rua Gama Rosa, número 183. 

Horário de funcionamento:
Seg: 11:00 - 14:00
Ter - Qua:18:00 - 23:00
Qui - Sáb: 18:00 - 01:00
Dom: 18:00 - 23:00
(por via das dúvidas cheque o horário na fanpage deles, não quero ninguém perdendo a viagem rs)


Cobra-se os 10%.


Tapioca de Marguerita



Bruschetta.


Quesadilla de Beijinho de Coco com Laranja

Quesadilla Mexicana.

Caponata com torradas.



Vodka com morango e limão.

Foto: Doca - Ambiente.

Foto: Doca 183 - Exposição Posterama.



06/02/15 - Atualização 
**Não estão mais servindo refeições no horário de almoço e nem os itens do cardápio de cafés.



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*Créditos: foto divulgação retiradas da fanpage do Doca 183.
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