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quarta-feira, 13 de maio de 2015

#Sorteio Conheça o livro Engenho de Dentro - Gilbert Chaudanne

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O livro Engenho de Dentro Gilbert Chaudanne é a primeira publicação de Dayse Egg de Resende, e mostra a trajetória do artista francês Gilbert Chaudanne, radicado no Espírito Santo. A seguir compartilhamos o resumo da obra e imagens da produção artística de Chaudanne .



“[...] O rosto é como um enigma, ele quer dizer alguma coisa mas não sabemos o que ele quer dizer. E o que sobra é aquele olhar hipnótico dos ícones, que é o das minhas pinturas. Quem está olhando para elas, minhas pinturas, não são vocês. São elas que estão olhando para vocês. Vocês podem ficar incomodados, mas nunca vão esquecer esse olhar porque é um olhar que abre as portas [...]”
Resumo da Obra

A identidade Chaudanneana: a gênese, o sujeito, o criador

“Assim como se pode ver na arquitetura das cidades centenárias – não podemos nos esquecer da origem europeia de Chaudanne –, Gilbert, como uma cidade de memórias, tem áreas sem restauração. São áreas esquecidas, sombrias, desgastadas pelo tempo, áreas renovadas e áreas nunca mais pintadas por ele, além de pequenas praças, ou melhor, clareiras, com um pequeno desvelamento que nos faz perceber o quão fundo chegou o esforço de nosso artista para se manter terreno, de pé, alinhado.

Embora não querendo ser mostradas, essas áreas de dor foram, aos poucos, sendo reveladas, trabalhadas e assim a revitalização chegou a Gilbert Chaudanne, que se reintegrou, se aconchegou em uma residência atelier, espaço que lhe proporciona a liberdade de criar e desenvolver seu universo de pintor, escritor – artista interior e exterior.”

Aos meros 17 anos de idade, Dayse Egg de Resende conheceu Gilbert Chaudanne no Centro da Praia Shopping, em Vitória. A postura, o porte e a expressão daquele homem, que passava o tempo com um livro e um xícara de café ao lado, chamaram a atenção daquela jovem, então estudante de pré-vestibular. Dayse se atentou pelo seu jeito de se vestir, os cabelos compridos e aquele “olhar aqzul que sorri e dá bronca, que vê e mostra”.
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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Delícia de Bolo caseiro

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Laranja com calda de creme de leite.

Um bolo caseiro é o anfitrião de qualquer cafezinho que se preze, adoça a conversa fiada e os corações das pessoas amadas. Porem, nem todo mundo domina essa arte de fazer bolos maravilhosos, eu por exemplo o/, mas descobri que a Delícia de Bolo é fera nisso, e listei todas as dicas de lá para você!
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domingo, 26 de abril de 2015

O Abraço do Jequitibá Rosa e uma tarde em Demétrio Ribeiro

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Depois dos cafezais e no meio da mata está, silencioso e majestoso, um Jequitibá Rosa com mais de 800 anos*, contam que ele é encantado, pois todos que tentaram derrubá-lo desistiram. Foi para vê-lo que pegamos a estrada com destino a João Neiva, mas toda a aventura estava recheada de coisas boas, inclusive uma tarde deliciosa em Demétrio Ribeiro.
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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Desventura #1: Sobre o dia em que fui parar num museu fechado em São Mateus

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A proposta do MIC é falar sobre aventuras e desventuras, e até então, felizmente não tinha tido desventuras para contar, mas hoje tenho.

Eu estive no litoral norte numa trip fantástica coletando conteúdo para compartilhar com vocês, estava acompanhada de mais quatro amigas das antigas, uma delas inclusive é natural de lá. No último dia da viagem, na segunda (13), fomos visitar o sítio histórico de São Mateus e fizemos uma triste descoberta.



Logo quando chegamos a rua estava interditada por umas barricadas de pedras feitas com as pedras do próprio calçamento, impedindo todos os acessos. Na hora não maldamos nada (razão pela qual não tenho fotos das barricadas) e descemos a ladeira em direção ao porto, já que o Museu África Brasil se encontrava fechado para nossa surpresa.

Na hora que tirei essa foto estava tentando não tirar as barricadas e mesmo assim dá pra vê-las um pouco. (isso porque até então não tinha a intenção de registrar o que pra mim parecia uma obra da prefeitura ou sei lá) 
A ladeira estava deserta, salve uns rapazes numa casa no final, fomos até o porto tiramos fotos tranquilas. Tudo estava as moscas, quando chegamos tinha uns senhores que se foram logo em seguida, mas nem ligamos porque pensamos que era por conta de ser segunda-feira.



Quando estávamos subindo de volta paramos para tirar fotos de  uma ruína onde tinha um rapaz na esquina, foi bem rápido, minha amiga me chamou para irmos embora, e ao mesmo tempo o rapaz gritou para um adolescente - que até agora eu não sei de onde surgiu - seguimos pela subida e o adolescente estava um pouco na nossa frente.

Ruínas, foto que tirei na chegada.

Foi quando vimos o Sr Sebastião Maciel de Aguiar, que é proprietário do museu, saindo pela porta lateral. Ele parou para nos atender porque é tio de uma das minhas amigas, nos deixou entrar por alguns minutos e nos explicou que a comunidade está sob um toque de recolher porque há cerca de 15 dias traficantes rivais estão brigando pelo comando do tráfico no local.

O museu pelo que eu pude ver na correria é super interessante, uma tristeza não poder apreciá-lo com calma. O Sr Sebastião resolveu fechar o museu também porque atiraram pedras nas janelas perto de onde ficam algumas esculturas, deduzi que ele não queria por em risco um acervo que levou mais de três décadas para reunir.

Pedras que foram atiradas no museu.
Nesta imagem dá para ver que as pedras caíram bem perto das imagens.
Por se tratar de um sítio histórico que atrai turistas e visitantes penso que deveria haver algum aviso de interdição, nós fomos pela manhã, mas outras pessoas podem querer visitar no final da tarde ou ao anoitecer, e ser perigoso.

Normalmente quando se está visitando algum lugar desconhecido não se tem uma percepção clara do perigo que o local oferece.

Sobre o África Brasil Museu Intercontinental 


Reuni alguns trechos que encontrei em matérias que falam sobre a relevância do museu, ao final tem links para 2 vídeos bem bacanas.


"São máscaras, esculturas, totens e objetos de várias etnias africanas que compõem um mosaico representativo da história desse continente. (...) É possível encontrar muitas obras com elementos animais e minerais. Essas representações formam um conjunto de testemunhos que comprovam ser a arte tribal um conceito que remonta a épocas distantes. Revela as faces, as lutas e as conquistas do homem em diferentes estágios de sua evolução, o que somente o milenar continente africano pode oferecer.(...) Este museu nasceu da orientação intelectual do antropólogo Darcy Ribeiro, que defendia a criação de um espaço capaz de congregar a arte tribal africana e de estudar o processo escravocrata no Brasil. Foi criado e gerido com recursos privados, após 35 anos de pesquisa, doação de colecionadores e de estudiosos. Ao reunir o maior número possível de objetos dos séculos XVII a XX, o museu se converteu em um importante centro de difusão e pesquisa da arte tribal."
Origem do trecho.


“O Museu Intercontinental África Brasil é o maior acervo do mundo com este tipo de informação: são 4.800 peças”
Maciel de Aguiar, curador do Museu.

Origem do trecho



“São obras que inspiraram Picasso, Modigliani e Salvador Dali e dão conta de explicar a capacidade inventiva do povo africano. Fatos que são negligenciados pela elite acadêmica que não admite que grandes artistas europeus foram influenciados pela arte africana”
Maciel em declaração a reportagem do Século Diário.





Veja a reportagem produzida por Fernando Gabeira em São Mateus para a TV UOL, sobre a escultura que teria inspirado Steven Spielberg para a construção do personagem do filme ET, que tem cerca de 200 anos, rodou o mundo e agora encontra-se em exposição no ÁfricaBrasil Museu Intercontinental.




Então é isso galera, vamos torcer para que tudo se acalme por lá e que o museu seja aberto ao público o mais breve possível. Por enquanto, procurem se informar sobre a possibilidade de visitar ou sondar junto aos moradores antes de aparecer pelo sítio histórico, do contrário vá de dia.

Museu África Brasil
Rua do Comércio. Bairro Porto, São Mateus.
027 99970-9018
Hoje, 08:00 - 17:00



Savya se pudesse levantava voo e fazia um ninho em cada cidade desse mundão. Por enquanto fica por aqui levando sorrisos para todos. Gosta dos detalhes do jornalismo, da multiplicidade da internet e da instabilidade do turismo. Vegetariana, curiosa e aventureira. Não acredita em mágica para vencer na vida, mas acredita que tudo pode ser resolvido de algum modo criativo e bem humorado.



*Este post não é uma publicidade.
*Proibido o uso das imagens e do texto sem prévia autorização da autora.
*Crédito das fotos: Savya Alana.
*Contato madeincapixaba@gmail.com
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terça-feira, 14 de abril de 2015

Uai Food Truck? É barraquinha sô!

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Em um daqueles dias que eu estava com vontade de comer "uma coisa que eu não sabia o que era", minha esposa e eu fomos até as famosas e salvadoras barraquinhas da Praia da Costa em Vila velha. Verdadeiros e pioneiros Food Trucks de Vila Velha.


Andando por lá, senti um cheiro bem familiar. Familiar no sentido de "conhecido de minhas origens mineiras".
Foi quando me deparei com um trailer onde preparavam bolinho de aipim, era a Aipim & Cia.

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sexta-feira, 10 de abril de 2015

5 Viagens Incríveis de Capixabas em meios de transportes super diferentes!

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Eu avisei que não ia ficar só naquele post sobre viagens inspiradoras né?! Eu levo esse assunto a sério rs. E hoje reuni mais 5 histórias de viajantes capixabas, só que dessa vez o diferencial são os meios de transportes. Sério têm para todos os gostos, da bicicleta ao ultraleve!



1. De ultraleve

Foguetinho El Bigodon é o apelido do ultraleve que levou o capixaba, Cassiano de Luca, e seu amigo carioca, Fernando Volpe, de Vitória a Fernando de Noronha de 15 a 20 de Novembro de 2014. Foram 24h de voo e 6 dias de viagem, que incluíram paradas, na ida em Salvador (BA), e na volta um sobrevoo em Natal (RN). Além das paradas eles curtiram 3 dias na ilha de Fernando de Noronha.


Cassiano tinha o sonho de infância de ser piloto, apesar de não ter se tornado um piloto profissionalmente, ele fez curso de piloto desportivo, comprou o ultraleve em sociedade com o Fernando,  e está realizando seu sonho sob uma outra perspectiva e é isso é foda!



Clique aqui para assistir uma matéria sobre aventura.  A partir de 2:18.

2. De bicicleta

Antônio Graceli Filho pedalou 736km de Vitória a Niterói (RJ), ele que a há 20 anos atrás era fumante descobriu na corrida e no pedal uma válvula de escape do cigarro,  e desde então vive boas aventuras. Nessa matéria ele conta como foi todo o trajeto daqui até o Rio, Assista a seguir ou clique aqui!



Outro exemplo fantástico de viagens de bicicleta é o do capixaba Rafael Darrouy, 27 anos, ele fez uma viagem de Conceição da Barra à Salvador e registrou todo o trajeto numa série de 4 vídeos muito legais em seu canal no YouTube. Ele escreve também o blog O Ciclista Capixaba e está no Facebook/ociclistacapixaba. E ele também fez Vitória – Rio de Janeiro em 56 horas




3. De 4 x 4

Volta ao Mundo em 3 anos.

Eu já falei do casal Eduardo Prata (61) e a Maria de Lurdes (59) - a Lu! - neste post aqui eles estão numa expedição onde conhecerão 90 países em 3 anos no estilo road trip numa caminhonete devidamente adaptada para a aventura, ao todo eles vão rodar cinco continentes.
Clique aqui para assistir uma matéria sobre a aventura deles.



Trip pela América do Sul em 2 anos.

Tem também o casal Manuela Linhalis, 30 anos, e Rubens Linhalis, 29 anos, que vão de 4x4 realizar uma trip pela América do Sul em 2 anos, eles partirão de Vitória no dia 03/maio/2015. A aventura foi nomeada de Projeto Depois da Curva e eu que já estou na expectativa já acompanhando tudo vi que eles estão fazendo umas mini jornadas pelo ES, vejam :
1ª Mini-Jornada: Aracruz 
2ª Mini-Jornada: Região do Caparaó 


Site: depoisdacurva.com.br

4. De moto.

Aqui no ES tem um roteiro de moto turismo que é primeiro de padrão internacional do Brasil, bacana né? Na inauguração desse roteiro um grupo de 11 motociclistas rodaram 1200km em 10 dias pelas Montanhas Capixabas.



O roteiro sai de Vitória e segue para Vila Velha, Guarapari (Meaípe), Anchieta, Presidente Kennedy, Marataízes (Lagoa do Siri), Muqui, Mimoso do Sul (São Pedro do Itabapoana), Ibatiba, Ibitirama (Parque Nacional do Caparaó), Alegre (Anutiba), Venda Nova do Imigrante, Domingos Martins (Pedra Azul) e Alfredo Chaves (Matilde).



Agora se você quiser sair dos horizontes brasileiro de moto, lembra do Eduardo do 4x4? Então, ele também já realizou uma trip de moto por alguns países que virou o livro ‘Extremos das Américas, uma viagem de moto ao Alaska e ao Ushuaia’.

5. De veleiro

Eu simplesmente morri de amores pela história desse casal! A Guta Favarato é minha conterrânea aqui da Serra, e o Fausto Pignaton, é de Vila Velha, eles estão viajando pelo mundo a bordo de um veleiro catamarã 54', o Guruçá Cat. A a melhor parte é que eles custeiam a viagem com o que conseguem trabalhando durante o trajeto. O diário de bordo deles é incrível, amo amo! Têm relatos desde 2009 de quando eles ainda estavam construindo o Guruçá Cat, isso mesmo que vocês leu, foram eles mesmos construíram!



Site: www.gurucacat.com.br


E ai gostaram? Conhecem outros viajantes inspiradores? me escrevam contando madeincapixaba@gmail.com. Vou amar saber de novas viagens e seus viajantes incríveis.


Savya se pudesse levantava voo e fazia um ninho em cada cidade desse mundão. Por enquanto fica por aqui levando sorrisos para todos. Gosta dos detalhes do jornalismo, da multiplicidade da internet e da instabilidade do turismo. Vegetariana, curiosa e aventureira. Não acredita em mágica para vencer na vida, mas acredita que tudo pode ser resolvido de algum modo criativo e bem humorado.



*Este post não é uma publicidade.
*Proibido o uso das imagens e do texto sem prévia autorização da autora.
*Crédito das fotos: Divulgação dos próprios viajantes, Setur, G1, Folha Vitória..


*Contato madeincapixaba@gmail.com
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sexta-feira, 3 de abril de 2015

A Ilha e a Torta, a Caieiras Capixaba!

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Fui conferir o tradicional Festival da Torta Capixaba, achei uma passeio super agradável e mesmo quem não é tão fã do prato típico vai curtir passar umas horas na Ilha das Caieiras. Agora se você é fã, aqui é point certo para experimentar essa iguaria!


Você pode optar por estacionar logo na chegada do bairro e ir andando, ou ir mais adiante e tentar uma vaga próxima ao píer, mas se o movimento já estiver intenso estacione assim que encontrar uma vaga na rua mesmo, têm alguns estacionamentos improvisados em terrenos residenciais por R$ 5. 

De ônibus você pode conferir aqui  as linhas dos ônibus verdinhos de Vitória que passam por lá, e aqui o transcol saindo do terminal de Carapina !


A torta é vendida ao longo de todo o trajeto, pelos moradores em frente as suas casas, pelos restaurantes e pelos barraqueiros. O quilo da torta estava R$ 90, mas na subida para o píer vi cartazes anunciando por R$80 também.


Da torta compramos 2 de R$20 (250g a 300g), em vez de uma de R$ 45 que é a de 500g, pois além de economizar R$ 5 vai que as 2 tem 300g a gente sai no lucro rs. Além da torta, há quitutes para todos os gostos, salgados -  pastel (e bolinho de bacalhau (R$ 4 cada), doces e bolos. O latão de brahma custou R$ 5.

Agora se  você não puder ir no festival e quiser comer torta qualquer outra hora o Sr Haroldo foi o atendente de barraquinha mais simpático e olha que eu não falo nada que é para o blog heim a barraquinha dele tava toda nos trinques também, tudo muito limpinho e o preço era o da média.

Sr Haroldo vestindo a camisa literalmente!

Achei essas panelinhas muito fofas para presentear alguém especial, dá até para colocar um mimo dentro, um bombom Serenata ia ficar legal heim!?


Estavam nessa barraquinha com outros tantos artesanatos, o contato das artesãs é este aqui  ou através do número 99841-2002.


Aproveite para visitar o Posto de Informações Turísticas, está em exposição os registros fotográficos da própria ilha feitos pelo fotógrafo Yuri Barichivich. Em exibição também há um vídeo super legal feito pelas crianças da comunidade com uma histórinha da torta capixaba, e ainda tem um espaço para leitura e você ainda pode contar com a orientação simpática da equipe ;).

 Posto de Informações Turísticas

Exposição "Caieiras, do poente a maré" de Yuri Barichivich

Exibição da animação desenvolvida pelas crianças da comunidade.
Instrumentos musicais do Congo e as típicas panelas de barro.

Só pegar um livro e aproveitar a leitura!
 E para me despedir recomendo que vocês desfrutem com tranquilidade da paisagem que numa pausa revela tantas minúcias encantadoras que você vai voltar para casa cheia (o) de boas energias.

O píer.

As aves.

Rua com Felicidade no nome <3




Savya se pudesse levantava voo e fazia um ninho em cada cidade desse mundão. Por enquanto fica por aqui levando sorrisos para todos. Gosta dos detalhes do jornalismo, da multiplicidade da internet e da instabilidade do turismo. Vegetariana, curiosa e aventureira. Não acredita em mágica para vencer na vida, mas acredita que tudo pode ser resolvido de algum modo criativo e bem humorado.


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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Artesanato, Economia Solidária e Espaço Semearte

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Semearte é um espaço que reune o trabalho de vários artesãos que fazem parte de uma associação de Economia Solidária na Serra. Antes de ser um espaço fixo no shopping foi um evento a Feira de Atitudes Sustentáveis e Economia Solidária no Shopping Montserrat lembra?


Quem ama artesanato vai ganhar outras boas razões para optar por eles apos ler este post!Ou melhor, encontrar uma nova forma de sobreviver do seu trabalho e arte manual.



Você sabe o que é Economia Solidária? Resumidamente é uma rede de apoio mutuo entre pessoas,  visando o cooperativismo em prol de subsistência através de um ciclo justo de gestão de produção, venda, troca,  consumo e insumos.

O eixo ideológico da Economia Solidária contempla a valorização cultural e ambiental de sua região, bem como o desenvolvimento de seus participantes no âmbito socio-educacional. Quando você compra um produto de origem de Economia Solidária está somando a este ciclo de valorização da subsistência cooperativista.




O pouco que sei sobre este tema aprendi durante o "Café com Papo"- Cadeias Produtivas e Redes de Comercialização Solidárias"que aconteceu na ocasião da feira. Confira o que alguns vivenciadores da Economia Solidária me explicaram sobre ela:




"A economia solidária é um jeito diferente de produzir, vender, trocar ou comprar o que você precisa para viver e ter o bem viver, sem agredir ou passar por cima de ninguém, pensando no bem comum e no seu próprio bem também. A Economia Solidária é uma grande ferramenta pra mitigar a curto e médio prazo as diferenças sociais que a gente encontra nas nossas comunidades porque ela tem a capacidade de unir pessoas em prol do trabalho e da geração de renda" por  Kézia Alice - Projeto Semearte

" A Economia Solidária é um jeito diferente de sobreviver é um eco-equilibrio que mantem o meio ambiente e valoriza o ser humano como um todo" por  Itamarcos Coutinho Pitomba - Trabalha com Economia Solidária há 12 anos, integrante da Rede de Educadores-Feps e vice presidente do Conselho Estadual de Economia Solidária.

"A economia solidaria pressupõe que tem um trabalho coletivo entre várias pessoas, a gente não tem patrão, todas as pessoas componentes do grupo são donas do meio de produção e dividem igualmente os lucros e os prejuízos. Também fazem parte da Economia Solidária o artesanato, catadores de recicláveis, indígenas, quilombolas, pescadores, e a agricultura familiar"  por Daniela Gomes Coutinho - Projeto O que te faz feliz.




Participantes do Bate Papo sobre Economia Solidária  - setembro/2014.

Instituições de Economia Solidária:

Fórum de Economia Popular Solidária do Espírito Santo 

Cirandas 

Associação Beneficente Serra Sol - (027) 99530-8173, 99853-2148, 99912-7731


Rede de Comercialização Solidária Semearte - semearteprojeto@hotmail.com

cirandas.net/projetosemearte


Endereço do Shopping Montserrat 
Av. Eldes Scherrer de Souza 2162, Colina de Laranjeiras – Serra/ES (ao lado do Carone Mall) 
Obs: serviços de estacionamento e empréstimos de carrinhos de bebês gratuitos.

Obs: Desculpem de coração, as fotos não saíram legais.


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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Achados de Bairro: Pastelaria e Caldo de Cana Karol

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Das antigas em Barcelona na Serra (próximo a Laranjeiras) a Pastelaria e Caldo de Cana Karol me conquistou por disponibilizar limão galego para espremer no caldo de cana. Simplesmente sou apaixonada pelo sabor dessa mistura melhor que essa, só caldo de cana com polpa de abacaxi da nossa vizinha Minas Gerais <3


Os pastéis também são uma delícia! Eu costumo pedir de queijo com manjericão, eles usam o tempero fresco e o pastel fica maravilhoso. Dependendo do sabor, fique atento, pois eles fritam na hora e alguns ingredientes mais gordurosos (bacon/queijo) ou líquidos (tomate/palmito) ficam muito quentes e costumam queimar bonito a boca dos esfomeados feito eu rs.


Além de gostosos tem um precinho bem camarada, o caldo sai por R$ 2,50 e os pastéis R$ 3,00 qualquer sabor. Confira os sabores:


A pastelaria é familiar e antes ficava localizada ao lado da Marabá video locadora
Tinham poucas mesinhas e a galera se amontoava nos banquinhos e na calçada, mas não iam embora sem os pastéis rs. Atualmente estão próximo a este local, só que em um espaço amplo, com varanda coberta e muitas mesas. Em 2014 eles comemoraram 24 anos no dia 24 de outubro, não é atoa que a pastelaria resistiu a todos esses anos, tem qualidade nessa história!


Como chegar:
Av. região Sul, 495, Serra.
Lado direito de Barcelona para quem vem de Laranjeiras, e esquerdo para quem vem no sentido de Marta da Serra. Contato: 027 99603-3183.
Horário de funcionamento: 18:00 - 23:00.
Formas de pagamento: Acho que só dinheiro. (vou confirmar e atualizo assim que eu souber).



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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Invasão Fashion na Casa Aberta #2 com Juliana Bragança

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Para quem curtiu a primeira #InvasãoFashion no Ateliê Casa Aberta Espaço Moda & Arte
Finalmente saiu a segunda, e com uma convidada super legal a Juliana Bragança de Sousa do blog Pitacos de Uma Saia Rodada.



Quando se fala em espaço de moda alternativa e independente a impressão que tenho é que há uma interpretação de uma moda que rompe com o tradicional e o conservador, e eu queria mostrar que não é bem assim tão radical a purpurina! No caso do ateliê da  Stael Magesck vejo claramente a possibilidade de apropriação pelos mais diversos estilos. Foi ai que quando conheci a Juliana percebi que ela ilustrava claramente essa possibilidade de apropriação livre de peças em prol do estilo próprio.

A Ju não usa maquiagem nem acessórios, e em seu blog dá dicas de peças mais comportadas e elegantes que se encaixem com o que há de atual. Se quiser conferir se ela está cumprindo bem o desafio visite o blog Pitacos de Uma Saia Rodada.


Eu já visitei e gostei muito de alguns looks, acho um desafio e tanto fazer composições joviais quando as peças não são tão descoladas e ainda mais sem contar com a santa ajuda da make e das bijus! A Ju mostra que isso é possível e tá de parabéns, no dia do ensaio juntou um vestido com uma saia e ficou divina a combinação, dá uma olhada no primeiro look.

Agora chega de blá blá e vamos conferir as composições sugeridas. Com vocês Juliana Bragança dando os seus pitacos!

"Eu amei a delicadeza das peças. Me identifiquei muito! Além de serem super  democráticas: Vão do trabalho ao happy hour sem cerimônia!"



"A saia longa é um arraso. Caimento maravilhoso, estampa linda, e o interessante é que se ajusta à qualquer silhueta."




"O kaftan é uma peça que ainda não tenho, mas já entrou para minha lista de desejos. Amei a estampa e o tecido!"



 "Amei este vestidinho casual. Ideal para rotina do dia-a-dia. Sem contar que as cores alegram qualquer dia cinza! Seria minha segunda pele! rsrs..."




"Gostei demais da forma como a Stael Magesck faz as peças pensando na mulher real, que trabalha, que não está dentro dos "padrões" surreais que a moda acaba impondo, infelizmente. E faz tudo com  muito bom gosto e qualidade. Está de parabéns!"


Todas as peças de vestuário são da nova coleção Felicidade Primavera/Verão da Stael Magesck. Preços sob consulta 027 3026-9790.



Rua Sete de Setembro,263
027 3026-9790


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